Você gosta de nozes e castanhas como a do pará, castanha-de-caju, amêndoa, entre outras? Um estudo analisou a castanha-do-pará, castanha de caju, pistache, avelã, amendoa, macadâmia e a noz e relacionou o consumo dessas espécies com a redução de doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer como o de próstata, esôfago, estômago, cólon e reto.
Isto se deve ao elevado teor protéico, de minerais, antioxidantes e de ácidos graxos monoinsaturados e poliinsaturados presente nessas castanhas.
Entre a alta concentração de proteínas dessas nozes e castanhas, encontramos aminoácidos essencias em especial a glutamina, que se torna importante em circunstâncias especiais como no pós operatório, indivíduos desnutridos, queimados, pacientes imunodeprimidos, e ainda atua na produção de energia e no bom funcionamento das células intestinais.
Os ácidos graxos oléico e linoléico e os fitoesteróis também presentes contribuem para diminuir o "colesterol ruim" (LDL).
Os minerais em destaque são o ferro, cálcio, zinco e selênio, que atuam em carências nutricionais e na função antioxidante no nosso organismo que estes proporcionam.
Além dos benefícios citados acima, podemos encontrar também nas nozes e nas castanhas, uma quantidade significante de fibras alimentares que contribuem para saúde do intestino.
Se confirma então que adoção do hábito diário de consumo desses alimentos ajuda a promover a nutrição completa e saudável do nosso organismo prevenindo doenças a que estamos expostos.
Procure diversificar o consumo dessas castanhas. Elas são uma boa opção como lanche entre as principais refeições ou como componentes em saladas e molhos. Cuidado com excessos, pois apesar delas conterem uma "gordura boa", em grande quantidade contribui para o ganho de peso.
Não esqueçam que uma noz por si só não faz milagre em uma dieta desregrada, rica em açúcares e gorduras saturadas, a adoção de hábitos saudáveis é essencial para aproveitarmos todos os benefícios disponíveis.