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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Castanhas do bem

Você gosta de nozes e castanhas como a do pará, castanha-de-caju, amêndoa, entre outras? Um estudo analisou a castanha-do-pará, castanha de caju, pistache, avelã, amendoa, macadâmia e a noz e relacionou o consumo dessas espécies com a redução de doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer como o de próstata, esôfago, estômago, cólon e reto.
Isto se deve ao elevado teor protéico, de minerais, antioxidantes e de ácidos graxos monoinsaturados e poliinsaturados presente nessas castanhas.
Entre a alta concentração de proteínas dessas nozes e castanhas, encontramos aminoácidos essencias em especial a glutamina, que se torna importante em circunstâncias especiais como no pós operatório, indivíduos desnutridos, queimados, pacientes imunodeprimidos, e ainda atua na produção de energia e no bom funcionamento das células intestinais.
Os ácidos graxos oléico e linoléico e os fitoesteróis também presentes contribuem para diminuir o "colesterol ruim" (LDL).
Os minerais em destaque são o ferro, cálcio, zinco e selênio, que atuam em carências nutricionais e na função antioxidante no nosso organismo que estes proporcionam.

Além dos benefícios citados acima, podemos encontrar também nas nozes e nas castanhas, uma quantidade significante de fibras alimentares que contribuem para saúde do intestino.

Se confirma então que adoção do hábito diário de consumo desses alimentos ajuda a promover a nutrição completa e saudável do nosso organismo prevenindo doenças a que estamos expostos.

Procure diversificar o consumo dessas castanhas. Elas são uma boa opção como lanche entre as principais refeições ou como componentes em saladas e molhos. Cuidado com excessos, pois apesar delas conterem uma "gordura boa", em grande quantidade contribui para o ganho de peso.

Não esqueçam que uma noz por si só não faz milagre em uma dieta desregrada, rica em açúcares e gorduras saturadas, a adoção de hábitos saudáveis é essencial para aproveitarmos todos os benefícios disponíveis.


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O poder antioxidante das frutas.

Para iniciarmos o assunto antioxidantes, não posso deixar de falar sobre radicais livres que são átomos que circulam em nosso corpo com um número ímpar de elétrons. Para não causarem danos em nosso corpo, os elétrons destes átomos, têm que estar formando pares, portanto este elétron solto, se torna instável e percorre nosso corpo causando danos como a aterosclerose (expessamento da parede sanguínea, diminuindo o espaço por onde o sangue passa), câncer, doenças cardiovasculares, diabetes, doenças degenerativas (ex: mal de Parkinson), artrite, entre outras complicações.

A prática de exercícios físicos moderados à intensos está diretamente ligado à produção destes radicais, junto com outros fatores, como fumo, poluição, radiação, agrotóxicos e pobre em nutrientes.

Os antioxidantes se unem a este elétron solto do radical livre, impedindo suas consequências. Os efeitos dos danos destes radicais livres são cumulativos ao longo dos anos, por isso é essencial termos em nossa alimentação diária, alimentos antioxidantes.

As frutas entre outros alimentos contém antioxidantes como a vitamina C, betacaroteno, licopeno e flavonóides. Portanto, inclua diariamente na sua alimentação em torno de 4 porções de frutas, procurando variá-las (frutas cítricas, amarelo-alaranjadas, vermelhas...) para aproveitar o antioxidante que cada uma delas têm.



Fonte: Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, vol. 44, n. 2, abr/jun, 2008.